Primeira-ministra neozelandesa propõe semana de trabalho de 4 dias para impulsionar país

As decisões governamentais da primeira-ministra neozelandesa, Jacinda Ardern, no combate à Covid-19, mereceram elogios um pouco por todo o mundo, depois de haverem pouco mais de 20 mortes e mil casos de infeção num país com cerca de cinco milhões de habitantes.

Mas a primeira-ministra da Nova Zelândia continua a surpreender e arrisca a ganhar mais apoiantes, depois de sugerir na última quinta-feira que a semana de trabalho passasse a ter apenas quatro dias, dando assim mais tempo às pessoas para poderem ajudar o turismo doméstico. Segundo ela, depois do que aprendeu com a Covid-19, não será de todo uma ideia posta de parte. Contudo, reconhece, terá de ser um assunto ponderado entre empregadores e empregados.

A ideia foi apresentada durante um encontro com operadores turísticos de Rotorua, onde Jacinda admitiu que os bons resultados obtidos através do teletrabalho podem ser um prenúncio de que a ideia de se trabalhar menos dias ou até a partir de casa seria uma boa solução.

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