
Incêndio destrói 17 Tesla em Roma e leva autoridades a reforçar segurança nos concessionários
A polícia italiana está a aumentar a segurança nos stands de venda da Tesla depois de um incêndio em Roma ter destruído 17 veículos da marca. As autoridades ainda investigam as causas do incidente, mas não descartam a possibilidade de envolvimento de grupos anarquistas. A Tesla tem 13 pontos de distribuição em Itália, sobretudo em Roma, Florença e Milão.
A unidade antiterrorismo italiana, Digos, está a apurar se o fogo, ocorrido nos subúrbios da capital, pode estar ligado a um protesto contra Elon Musk. O empresário, que continua a liderar a Tesla enquanto integra a administração de Donald Trump, classificou o caso como “terrorismo”.
O jornal The Guardian citou uma fonte governamental que alertou para um possível aumento de protestos globais contra as políticas defendidas por Trump e apoiadas por Musk. Em várias cidades do mundo, o movimento “Tesla Takedown” tem promovido ações contra a marca, incentivando o público a deixar de comprar veículos da Tesla e a desinvestir nas ações da empresa, com o objetivo de pressionar Musk a abandonar a administração norte-americana.
17 Tesla cars went up in flames at a dealership in Rome. Far-right oligarch Elon Musk called it “terrorism,” as police blame anarchists. It’s one of over a dozen global attacks in 2025, as Musk’s ties to Trump and Europe’s far right deepen. pic.twitter.com/kbHCkQpyZp
— red. (@redstreamnet) April 2, 2025