Assim são feitos os testes de segurança a superdesportivos de 2,2 milhões de euros

À semelhança do que acontece com todos os automóveis de produção e que se pretendem comercializar, as marcas têm de disponibilizar algumas unidades para testes de segurança de proteção dos ocupantes do veículo.

O elétrico Rimac C_Two, que pode custar até 2,2 milhões de euros, não é exceção. Recentemente o fabricante croata submeteu a crash-test dois protótipos do C_Two, no seguimento do programa de desenvolvimento do modelo que culminará no seu lançamento, previsto para 2021.

A Rimac estima que até onze protótipos serão destruídos em testes de colisão durante o referido programa, de modo a garantir a segurança do C_Two, imperativa para a homologação internacional do superdesportivo, antes da sua estreia e comercialização.

Na sessão que a Rimac divulgou, foram usados dois protótipos, em dois dias de testes de impacto em barreira deformável, o primeiro a 40 km/h e o segundo a 56 km/h.

Segundo a empresa, o risco de lesões aos ocupantes do veículo foi “muito baixo”, notando igualmente que “não houve danos no monocoque de fibra de carbono ou intrusão dos pedais”.

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